Utilizando técnica de amplificação de DNA, modelo é similar ao considerado “padrão ouro” entre testes disponíveis, mas é milhares de vezes mais sensível, aponta responsáveis

Via Jornal Opção

A Universidade Federal de Goiás (UFG) divulgou nesta quarta-feira, 3, o desenvolvimento de um novo modelo de teste para detectar a presença de coronavírus em infectados. Modelo similar ao que atualmente é considerado “padrão ouro”, a técnica utiliza reação chamada de RT-LAMP, sendo a amplificação do DNA.

Segundo aponta divulgação da universidade, o novo modelo é 10 mil vezes mais sensível que a melhor técnica disponível, já que detecta a presença do RNA do vírus desde o início da doença. Além disso, a praticidade e rapidez com que o teste fica pronto também se destacam, sendo necessária pouca quantidade de sangue. Já o tempo de conclusão pode ser inferior a 2 horas.

“Além disso, o custo do teste é cerca de 40 vezes menor do que a PCR, além de não necessitar de instrumentação cara, pois a reação ocorre em temperatura constante”, aponta divulgação da UFG, acrescentando que o teste está em fase de validação, seguindo a etapa de amostras, para que em breve o teste possa ser aplicado na população.

Saiba mais clicando aqui.