Recursos humanos também são escassos, já que desde 2013 não acontece concurso e com isso existe um déficit de 1,5 mil auditores do trabalho

Via CUT Goiás

No dia 28 de janeiro comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, que é a situação em que a pessoa está submetida a trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e/ou condições degradantes.

As fiscalizações eram realizadas por grupos móveis e de maneira conjunta pelo extinto Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério Público do Trabalho (MPTb), Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) desde de 1995. Em 26 anos, cerca de 5,5 mil estabelecimentos foram auditados e mais de 53 mil trabalhadores resgatados.

Graças à resiliência dos servidores federais encarregados das fiscalizações estas continuam, mas de forma muito mais precária, já que o orçamento anual para isso despencou de R$ 65 milhões para algo em torno de R$ 25 milhões, ou seja, um recuo de quase 40%. Não bastasse isso, faltam funcionários: desde 2013 não é realizado concurso público e com isso existe um déficit de 1,5 mil fiscais.

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